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Adelino Francklin

Adelino Francklin

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Passos, MG, Brasil
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Biografia

Especialista em mídias digitais na educação

Adelino Francklin é especialista em mídias digitais na educação. Há mais de 20 anos tem exercido funções na área da educação que contribuíram para a formação de milhares de pessoas. Possui doutorado em Educação e é autor da obra Aprender em Tempos de Inteligência Artificial, publicada pela Editora Pontes.

Acredita que a formação continuada pode ser um diferencial para o profissional que atua no contexto marcado pelo uso de Inteligência Artificial (IA). É um cenário de incertezas, que requer conhecimentos sobre ética, criatividade e estímulo ao senso crítico. 

Uma atitude antiética como o uso indevido de IA pode manchar a reputação de uma pessoa; o uso inconsciente de IA e sem supervisão humana adequada pode levar a erros que podem provocar prejuízos irreparáveis. Diante dessas e outras circunstâncias, Adelino tem publicado livros, artigos e desempenhado outras atividades que viabilizam a autoperformance de pessoas no mercado de trabalho e também na vida particular.  

Por meio de suas palestras, tem contribuído para a formação de pessoas capazes de utilizar IA de modo adequado, de modo a ampliar as possibilidades de aprendizado e desenvolvimento profissional. O desenvolvimento da IA está acelerado e requer uma formação constante. Em suas palestras, Adelino explica como lidar com questões éticas, diminuição da criatividade e uso consciente de recursos de IA. 

 

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Palestras

A palestra promove um direcionamento para o uso adequado, consciente e ético de IA, fortalecendo a autoria e a aprendizagem das pessoas. 

Muitos profissionais têm vivenciado situações constrangedoras e desafiadoras por não se familiarizarem com o uso correto e ético da IA no trabalho. O uso inadequado pode prejudicar a sua capacidade criativa, o seu senso crítico e ético. A palestra contribui, com orientações, direcionamentos e exemplos reais para o uso adequado e possibilidades de recursos de IA; para a promoção da ética e responsabilidade no uso de IA; para a criatividade e combate ao plágio.

Nesta palestra, mostramos o que muda quando a IA passa a mediar a produção, a circulação e a validação de informações: de buscas e resumos automatizados a conteúdos sintéticos (texto, imagem, áudio e vídeo) e recomendações algorítmicas que influenciam o que vemos, acreditamos e compartilhamos. A proposta é atualizar o conceito de letramento midiático para o cenário atual, abordando critérios de credibilidade, leitura crítica de fontes, rastros digitais, vieses, desinformação e os limites entre autoria, colaboração e automação em ambientes educacionais.

O foco é explicar porque a educação midiática virou uma competência estrutural para a escola e a universidade: ela protege a aprendizagem, fortalece a cidadania e reduz riscos como plágio, manipulação informacional e decisões injustas baseadas em dados. E detalhamos como implementar isso na prática, com protocolos simples de checagem (triangulação de fontes, verificação de contexto e intenção), atividades de “auditoria” de respostas de IA, rubricas de uso responsável (o que pode, o que deve ser citado, o que é vedado) e estratégias didáticas que transformam a IA de atalho em objeto de análise crítica, por exemplo, comparar uma notícia e um texto gerado por IA para identificar enquadramentos, omissões e sinais de baixa confiabilidade.

“Educar para o pensar” é uma palestra sobre o que realmente significa formar pessoas capazes de raciocinar com autonomia no mundo contemporâneo. O encontro apresenta, de modo acessível e provocador, os fundamentos do pensamento crítico e reflexivo, esclarecendo diferenças entre opinião, argumento e evidência, e discutindo habilidades essenciais como perguntar melhor, ler com profundidade, dialogar com respeito e tomar decisões com critérios.

Porque, em tempos de excesso de informação, polarização e respostas rápidas, pensar bem virou uma competência decisiva para aprender, conviver e atuar com responsabilidade, e isso impacta diretamente a qualidade das aprendizagens e a cidadania. Como a palestra faz isso: por meio de situações reais do cotidiano educacional, perguntas-guia, pequenas dinâmicas de análise de argumentos, exemplos práticos de estratégias didáticas (rotinas de pensamento, debates regrados, escrita argumentativa e avaliação com critérios), e um roteiro aplicável para que levem a cultura do pensar para a sua instituição.

Nesta palestra, você vai entender Curadoria em tempos de Inteligência Artificial: o que muda quando algoritmos passam a selecionar, resumir e recomendar conteúdos, e o que permanece como responsabilidade humana inegociável. Exploramos conceitos-chave (curadoria, filtragem, relevância, autoridade, vieses e qualidade), diferenças entre “buscar” e “ser recomendado”, e os principais riscos do excesso de informação, da desinformação à homogeneização de repertórios, com exemplos aplicados à educação, à comunicação institucional e à produção de conhecimento.

O porque é direto: em um cenário de abundância, a vantagem competitiva não é ter mais conteúdo, mas decidir melhor o que entra, o que sai e o que merece confiança; sem curadoria, cresce o ruído, a dependência de plataformas e o erro bem apresentado. E o como combina método e prática: apresento um framework simples para curar com IA (critérios, fontes, verificação, diversidade, transparência e registro de decisões), além de demonstrações de prompts, checklists e rotinas de validação para transformar a IA em copiloto, e não em piloto da qualidade informacional.

Vídeo de Apresentação